domingo, 9 de dezembro de 2018

Novo livro da Escola Municipal Ana Íris do Amaral

A imagem pode conter: textoChegando o momento do lançamento do terceiro exemplar de livro produzido por alunos da EMEF Ana Íris do Amaral e por alunos de uma escola Estadual indígena Nhamandu Nhemopu'ã, que também integra a iniciativa. Com escrita bilíngue será lançado em 19 de dezembro na sala so Museu da UFRES, campus FACED,  as 16 horas.


Em 2018 - Projeto “A voz dos avós: a ancestralidade em mim, em ti e em nós”. Em abril, o grupo realizou uma saída de campo pedagógica, e as crianças puderam conhecer a aldeia Tekoa Pindo Mirim, em Itapuã, Viamão, a reserva onde se localiza a escola, a 40 quilômetros de Porto Alegre, onde participaram da Semana Cultural da escola. Conheça mais no link: https://alfa.portoalegre.rs.gov.br/…/alunos-da-ana-iris-bus…
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-a-voz-dos-avos…

Convido a conhecer este maravilhoso projeto e, quem sabe, colaborar com a vaquinha.


Em 2017.
O livro Curumim Contou, produzido por alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Ana Iris do Amaral (EMEF/AIA), de Porto Alegre, traz contos sobre as vivências e as experiências das crianças da aldeia guarani Tekoá Pindó Mirim, em Itapuã, Viamão. De acordo com uma das organizadoras da ação, a professora Ana Cristina Motta, o estudo sobre as etnias indígenas do Rio Grande do Sul teve início este ano, após visita à comunidade na Semana Cultural Guarani. “Tivemos a ideia pensando em registrar as aprendizagens do projeto em forma de livro e, como as crianças guarani são alfabetizadas na língua mãe, se pensou em fazer o livro bilíngue.” Leia mais aqui.









Cover maos...
Thumb 37828452 411004962741829 7106195735384686592 n
Vakinha de
Ana Cristina Motta da Silva e Daniela Kanitz de Souza
PORTO ALEGRE/RS

Projeto: A voz dos Avós

Objetivo
R$ 7.000,00
Arrecadado
R$ 2.295,00
Estamos realizando um projeto chamado A voz dos Avós com as crianças do terceiro ano da Escola Municipal Professora Ana Íris do Amaral de Porto Alegre, juntamente com a Escola Estadual Indígena Nhamandu Nhamopu'ã de Viamão. Esse projeto terá como culminância a produção e sessão de autógrafos no Museu da UFRGS, em Porto Alegre.Precisamos do dinheiro para a edição do livro e transporte.
Criada em
09/09/2018
Encerra em
10/12/2018
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-a-voz-dos-avos?fbclid=IwAR1NK2pLhezSzGoQ9-7WY33S5HdcPR2URtI0sH7Ig2KIoUnLwBKkVwK4dPc https://www.vakinha.com.br/

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Descritores em alfabetização rumo ao terceiro livro

Confira este projeto que já tem dois títulos publicados com histórias de lendas descritas por alunos da EMEF Ana ìris do Amaral e por alunos de uma escola Estadual indígena Nhamandu Nhemopu'ã, que também integra a iniciativa.

Em 2015 - Projeto Curumim Contou. Conheça mais no link:

Em 2017 - Projeto Curumim Contou. Conheça mais no link:
https://bibliotecasmed.wordpress.com/…/emef-ana-iris-do-am…/

Em 2018 - Projeto “A voz dos avós: a ancestralidade em mim, em ti e em nós”. Em abril, o grupo realizou uma saída de campo pedagógica, e as crianças puderam conhecer a aldeia Tekoa Pindo Mirim, em Itapuã, Viamão, a reserva onde se localiza a escola, a 40 quilômetros de Porto Alegre, onde participaram da Semana Cultural da escola. Conheça mais no link: https://alfa.portoalegre.rs.gov.br/…/alunos-da-ana-iris-bus…
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-a-voz-dos-avos…

Convido a conhecer este maravilhoso projeto e, quem sabe, colaborar com a vaquinha.





Cover maos...
Thumb 37828452 411004962741829 7106195735384686592 n
Vakinha de
Ana Cristina Motta da Silva e Daniela Kanitz de Souza
PORTO ALEGRE/RS

Projeto: A voz dos Avós

Objetivo
R$ 7.000,00
Arrecadado
R$ 2.295,00
Estamos realizando um projeto chamado A voz dos Avós com as crianças do terceiro ano da Escola Municipal Professora Ana Íris do Amaral de Porto Alegre, juntamente com a Escola Estadual Indígena Nhamandu Nhamopu'ã de Viamão. Esse projeto terá como culminância a produção e sessão de autógrafos no Museu da UFRGS, em Porto Alegre.Precisamos do dinheiro para a edição do livro e transporte.
Criada em
09/09/2018
Encerra em
10/12/2018


https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-a-voz-dos-avos?fbclid=IwAR1NK2pLhezSzGoQ9-7WY33S5HdcPR2URtI0sH7Ig2KIoUnLwBKkVwK4dPc https://www.vakinha.com.br/

sábado, 14 de julho de 2018

Coleção Primeiros Passos em PDF

Agora para download a coleção Primeiros Passos, aquela que começa com Oque é... ? Incluímos no nosso blog na nossa BIBLIOLINKOTECA.

terça-feira, 29 de maio de 2018

VIII ENCONTRO BRASILEIRO DE EDUCOMUNICAÇÃO

Momento de pensar juntos e recarregar baterias. E porque não não enviar seu texto registrando a produção em educomunicação. Infome-se no site do evento aqui.

domingo, 1 de abril de 2018

Te adoro Timbauva - Boa história

Replicando.

Timbaúva é uma árvore frondosa. Em Porto Alegre originou o nome de uma vila No Bairro Mário Quintana, onde também se localiza a Escola Municipal Timbaúva.

A matéria no link refer-se à escola. Confira.

http://educomtimbauva.blogspot.com.br/2018/04/te-adoro-timbauva-boas-historias-dos.html

domingo, 7 de janeiro de 2018

Assassinado, porque estudava, era pesquisador, era professor, era íindio, estava trabalhando?

Nota de pesar, Nota por justiça
O Núcleo de Estudos de Povos Indígenas (NEPI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) vem a público expressar o profundo pesar e a extrema necessidade de justiça frente ao assassinato cruel sofrido pelo professor indígena Laklãnõ-Xokleng, Marcondes Namblá. Marcondes foi morto enquanto fazia trabalho temporário em Penha-SC, vendendo picolé neste período de férias turísticas no litoral do estado. Foi espancado na cabeça até cair desacordado, foi resgatado pelos bombeiros, levado ao hospital, passou por três cirurgias e não resistiu. Marcondes era egresso da UFSC, formado pelo Curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, fazia parte de uma geração que vislumbrou na Universidade um lugar para compreender melhor as dinâmicas políticas, econômicas e sociais que ao longo da história atingiram seu povo de forma injusta e sangrenta. O povo Laklãnõ-Xokleng vem Resistindo aos efeitos muitas vezes perversos do embate com o Estado e Marcondes descobriu que poderia compreender tais dinâmicas estudando as crianças de seu povo, dialogando com a Antropologia, a História e a Linguística. Mostrou que a Barragem Norte, que dividiu a Terra Indígena Laklãnõ, transformou o cotidiano das crianças, limitando o banho de rio e as brincadeiras que eram desenvolvidas na água. Mais ainda: estas brincadeiras mobilizavam vocabulários específicos, na língua nativa, que deixavam de ser utilizados pelas crianças, uma vez que as mesmas viam-se impedidas de brincar em determinadas partes do rio. Como professor e liderança em sua comunidade, preocupava-se com a língua materna, com processos de circulação de saberes e com as dimensões identitárias que eram configuradas pelo território. Tinha planos de seguir os estudos em nível de Mestrado, tinha posicionamentos claros quanto ao lugar da escola na formação das crianças e jovens de sua Terra Indígena, tinha projetos ligados à revitalização da língua Laklãnõ-Xokleng, tinha a intenção de ter uma renda extra neste verão... Tinha tudo isso quando saiu na rua, foi abordado e brutalmente assassinado! A nós restou a revolta de ter de aceitar a notícia de que vidas indígenas são interrompidas em qualquer esquina, como se algum outro ser humano tivesse o direito de fazer isto... Não tem! Em dezembro de 2015, o menino Vitor, da etnia Kaingang, foi assassinado na rodoviária de Imbituba, litoral catarinense, no colo de sua mãe. A Terra Indígena de Morro dos Cavalos vem sofrendo ataques consecutivos, violentos, os quais deixam marcas físicas, como uma mão decepada, e psicológicas, tal qual o medo que não vai embora. A violência aos povos indígenas é sistemática, diária, individual e coletiva.
Registramos aqui nossa tristeza, nossa indignação, nossa perda, mas sobretudo, nosso desejo de justiça.

Equipe NEPI-UFSC